segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Palco



[ Apenas uma sombra, Eu sou.
  Por hora, um mero Ser inexistente.
  Que vagueia por teu pensar sem deixar rastros.
  Enfim o espetáculo sem-fim começa.
  Engatilhada...
  Meu caminhar perdura.
  Permeia pelos holofotes multicores.
  E lá está Eu...
  Transmutada por minhas vestes 
  Que somente teus olhos podem perpetuar.
  Embora jamais com tuas mãos tocará...
  O espetáculo segue...
  E cá encontro-me
  Imaculada.
  Emoldurada em minhas simples, porém complexas
  Histórias de Amor
  Que permanecem no Fim
  Antes mesmo que o Durante
  Tenha um Começo.
  Fecha-se a cortina!
  Pausa...
  Aguarde o próximo Ato. ]

Um comentário:

  1. Gosto muito da sensação pois apresentação....
    e sensação que deu tudo certo,e se não deu,vai ter outras apresentações.

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